terça-feira, 14 de maio de 2013

Sequência didática: De fio em fio - quem tem medo de aranha?

Olá, encantadoras de crianças! Aqui vai o link de um roteiro didático postado no Portal do Professor (adoro!). A proposta é investigar as aranhas, começando a partir da leitura do livro de Elvira Drummond "De fio em fio a história se desfia".  Beijos!!







Por que "MAIS DO QUE ENSINAR..."?




Porque Educar tem que ser MAIS DO QUE apenas Ensinar. EDUCAR tem de ser um ato de encantar e reencantar, diariamente, por aprender. Na Educação Infantil, em especial, o ato de encantar deve estar presente em cada ato, em cada olhar, tanto do professor quanto do aluno. Não quero perder esse encanto nunca... Vou guardar neste blog tudo o que criei, encontrei e compartilhei por aí, e que me ajudou a fazer de meu trabalho na Educação Infantil ser mais do que ensinar...
 


 


"Aquele que ousa ensinar não deve jamais cessar de aprender." (John Cotton Dana)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010


O QUE SIGNIFICA TRABALHO EM EQUIPE?


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa!

A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi então até o porco e lhe disse:
- Sr. Porco, há uma ratoeira na casa, uma ratoeira...

O porco disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca.

A vaca lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?

- Acho que não Sra. Vaca... respondeu o rato.

Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital era grave porém por um milagre se recuperou e voltou para casa mas com muitos cuidados, abalada, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente princi pal, a galinha.

Como a doença da mulher continuava, os parentes, amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. 

A mulher se recuperou e o fazendeiro feliz da vida resolveu da uma festa, matou a vaca para o churrasco...

MORAL DA HISTÓRIA:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando existir uma ratoeira todos correm risco.



Autor Desconhecido




O pardal e a águia

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia.  O vôo preciso de Yan enchia de admiração os olhos do pardal. Sentia vontade de voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade de ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza. 
Um dia, Andala estava a voar por entre a mata, a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu de sua visão. O pardal voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto, deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:
- Por que estás a me vigiar, Andala?
- Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar seus limites.
- E como te sentes amigo, sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?
- Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar esse sonho... - O pardal suspirou olhando para o chão... E disse: - Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te.
- E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.
- Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas imagino que as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente. ..
- Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isso não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se não tentares descobrir tuas capacidades viverás limitado a me assistir e invejar.
E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:
- Andala, apenas mais uma coisa, não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade a teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho.
Autor desconhecido

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dica de Leitura


Estou lendo um livro fantástico da Ana Maria Machado: "Como e por que ler os Clássicos Universais desde cedo" (Rio de Janeiro:Objetiva,2002).
Nele, a Ana Maria Machado defende, com ótimos argumentos, a leitura de histórias e livros "clássicos", analisando o contexto histórico em que foram criados e/ou escritos. Ela também destaca algumas particularidades das histórias que nós, mesmo lendo-as com certa frequencia, muitas vezes não percebemos.
Uma parte do livro que chamou muito a minha atenção foi quando a Ana Maria cita a Bíblia como um Clássico Universal. Segundo ela, a Bíblia "é um patrimônio formado por um acervo muito rico e que faz parte de nossa cultura geral."
E, pensando bem, ela tem razão. Independente de ser um livro religioso, ele contém narrativas de feitos fantásticos, histórias com ensinamentos morais (parábolas), poesias e cânticos, lindos romances, além de explicar muitos dos nossos costumes e expressões que usamos no cotidiano (tempos de vacas magras, lavar as mãos, mudar da água pro vinho, etc.).
Além da Bíblia, ela também nos mostra como outros livros, até alguns mais atuais, podem ser considerados como Clássicos Universais, como por exemplo "O Senhor dos Anéis", "Capitães da Areia", "Eu, Robô", entre outros.
É um leitura que vale a pena.
Ainda não terminei de lê-lo mas, quando terminar, posto minhas conclusões aqui no blog. Mas pelo que já li, tenho certeza que vou continuar apaixonadinha por ele...Apaixonado