Estou lendo um livro fantástico da Ana Maria Machado: "Como e por que ler os Clássicos Universais desde cedo" (Rio de Janeiro:Objetiva,2002).
Nele, a Ana Maria Machado defende, com ótimos argumentos, a leitura de histórias e livros "clássicos", analisando o contexto histórico em que foram criados e/ou escritos. Ela também destaca algumas particularidades das histórias que nós, mesmo lendo-as com certa frequencia, muitas vezes não percebemos.
Uma parte do livro que chamou muito a minha atenção foi quando a Ana Maria cita a Bíblia como um Clássico Universal. Segundo ela, a Bíblia "é um patrimônio formado por um acervo muito rico e que faz parte de nossa cultura geral."
E, pensando bem, ela tem razão. Independente de ser um livro religioso, ele contém narrativas de feitos fantásticos, histórias com ensinamentos morais (parábolas), poesias e cânticos, lindos romances, além de explicar muitos dos nossos costumes e expressões que usamos no cotidiano (tempos de vacas magras, lavar as mãos, mudar da água pro vinho, etc.).
Além da Bíblia, ela também nos mostra como outros livros, até alguns mais atuais, podem ser considerados como Clássicos Universais, como por exemplo "O Senhor dos Anéis", "Capitães da Areia", "Eu, Robô", entre outros.
É um leitura que vale a pena.
Ainda não terminei de lê-lo mas, quando terminar, posto minhas conclusões aqui no blog. Mas pelo que já li, tenho certeza que vou continuar apaixonadinha por ele...
